Não. Como não são realizadas incisões (cortes), não há cicatrizes.
A depender da genética de cada paciente, é possível que se forme quelóides no ponto de entrada das linhas de sutura, o que é muitíssimo raro.
A otoplastia fechada pode ser indicada para casos leves de orelha de abano, geralmente quando há abertura apenas da porção superior das orelhas.
As orelhas proeminentes (também chamadas de orelhas de abano) podem ser causadas pelo aumento da distância entre a orelha e a cabeça e também pela falta de curvatura da anti-hélice da orelha. Neste último caso, muitas vezes é possível reconstruir tal curvatura sem a necessidade de cortes atrás da orelha, apenas por meio da confecção de pontos de sutura.
A indicação e escolha entre otoplastia e otomodelação ocorrerá após avaliação médica. Nossa equipe preza por escolher a técnica mais adequada para cada paciente, de forma personalizada, visando sempre o melhor resultado e a satisfação do paciente.
Existem trabalhos que mostram que, quando bem indicada, a otomodelação tem baixas taxas de recorrência a longo prazo. Embora não haja garantias quanto ao tempo de duração, a Dra. Larissa realiza tal procedimento com fios que não são absorvíveis ao longo do tempo, o que contribui para a perpetuação do procedimento. Caso haja soltura de algum ponto, novas avaliações são feitas dentro do primeiro ano, podendo ser realizado retoque.
A Dra. Larissa preza por acompanhar seus pacientes, sendo que todas as consultas de após o procedimento – que ocorrem, habitualmente, após 14 dias, 3 meses e 6 meses – estão inclusas no valor do procedimento.
Após o procedimento, o paciente deve permanecer com uma faixa de bailarina (ou tenista) durante o dia todo na primeira semana e apenas à noite até completar 1 mês.
Não há necessidade de repouso, podendo o paciente retornar ao trabalho logo após o procedimento.
Esportes de contato devem ser evitados no primeiro mês, mas a maioria das demais atividades físicas pode ser feita.